terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Fome emocional: deixe os sentimentos fora do prato

Autora norte-americana fala sobre como as emoções interferem nas escolhas alimentares




Foto: iG Arte
Autora dá dicas para identificar e se libertar da fome emocional
Quem nunca chegou em casa depois de um dia estressante e procurou na geladeira ou no armário um “pedaço de conforto” em forma de chocolate?
A fome emocional – relação entre o estado emocional e o que escolhemos para comer – é estreita e comprovada cotidianamente.
Façao teste e descubra o tamanho da sua fome emocional
“Quando sua mente e seu corpo estão envolvidos em algum tipo de reação, comer não é a coisa mais adequada a fazer”, aconselha a escritora Geneen Roth, autora do livro Liberte-se da fome emocional (Lua de Papel).
“Quando você está em uma conversa tensa, que mexe com as suas emoções, enquanto come, você ingere os sentimentos com a comida”, afirma Roth. Você fica com o corpo ansioso, tenso, confuso e, além disso, cheio. E o sorvete não desfaz o nó na garganta”, completa.

Leia também: "Comer não resolve tristeza", diz psicanalista que cuidou de Lady Di
Comer compulsivamente ou até deixar de comer são duas fortes características de que os seus sentimentos estão norteando o momento da alimentação e interferindo naquilo que você coloca no prato.
Com uma linguagem simples, quase que uma conversa entre duas pessoas com um mesmo problema, Roth tenta mostrar o caminho para vencer esse dilema cotidiano.
A ideia da autora é ensinar como reconhecer os sinais da fome psicológica. A partir dessa consciência, a pessoa deve ser capaz de adotar novos hábitos. Ao final de cada capítulo, Roth sugere exercícios (como comer na frente dos amigos ou falar em voz alta com a comida) para colocar os ensinamentos em prática. Em entrevista ao iG Saúde, ela falou sobre a fome emocional.

Geneen Roth, autora do livro, "LIberte-se da fome emocional"

iG: Na sua opinião, o número de obesos seria menor se as pessoas conseguissem entender seus sentimentos e pudessem lidar com eles?
Gennen Roth: Sim. Nenhuma dieta poderá ser cumprida se as questões emocionais não estiverem bem resolvidas. Para ter sucesso, uma dieta precisa do comprometimento de quem decide fazê-la. Isso não é uma questão racional se a pessoa estiver emocionalmente instável. Para que qualquer dieta funcione, a pessoa precisa estar realmente motivada, o que se consegue quando se estabelece um objetivo possível.

iG: É comum, principalmente depois de um dia estressante, a frase “vou comer porque mereço”. Em geral o alimento é um doce ou algo calórico. Essa atitude também pode ser encarada como uma autossabotagem?
Gennen Roth: Todas as pessoas usam o alimento em algum momento para saciar um problema emocional. Isso é normal. O problema é quando nos tornamos reféns desse comportamento e agimos repetidamente guiados por nossas emoções a ponto de isso nos causar problemas ligados à saúde ou ao peso.
iG: Como enxergar a fome emocional?
Gennen Roth: Se, depois de comer, você se sentir pesada ou com algum tipo de mal-estar é sinal de que você comeu mais do que deveria ou comeu algo que não deveria (possivelmente porque você tem algum tipo de restrição àquele alimento). Esse conhecimento sobre o próprio corpo deve pautar todas as nossas escolhas. Se você está feliz e com a autoestima elevada, seguramente não terá um comportamento de autossabotagem. Não podemos considerar o corpo um inimigo. Comer somente quando temos fome significa confiar na sabedoria do nosso corpo.
iG: Como surge a fome emocional?
Gennen Roth: Trago nesse livro um conjunto de histórias reais representativo do que pode acontecer com todas as mulheres. Cada uma me procurou porque se sentia refém da comida, mas a origem da fome emocional de cada uma era diferente. É preciso que cada pessoa identifique a razão que a leva a se autossabotar. É esse o motivo de eu contar essas histórias, em cada uma delas pode ter um pedaço do que acontece com quem lê, o que torna o livro uma terapia de autoconhecimento. Conhecer as suas motivações é o único caminho para vencer esse dilema.

iG: Quais dicas simples você daria para lidar com esse problema?
Gennen Roth: Coma sentada, determine um momento para parar de comer durante as refeições, não tenha vergonha de deixar comida no prato se estiver satisfeita, faça uma tabela com o que comer ao longo do dia e anote se estava com fome ou não quando comeu. Quando estiver comendo evite conversas que mexam com suas emoções: trabalho, relacionamentos, dinheiro. Estabeleça uma noite livre por semana, para comer o que tiver vontade sem culpa e faça pelo menos uma refeição sozinha de vez em quando.




Fonte  : Chris Bertelli, iG São Paulo 

A Pressa Atrapalha a conquista do Corpo Perfeito


Quando o assunto é ter o corpo com formas ideais ou “perfeitas” como almejamos, um dos pensamentos imediatos que nos passa a mente é se matricular na academia e recorrer aos exercícios no tempo que sobrar ou até se dedicar com regularidade. Vale um cuidado a mais: em quais exercícios manter o foco e o tempo necessário para obter resultados visíveis ou mais satisfatórios.

O metabolismo de cada um e o tipo de alimentação são fatores que influenciam no período para conquistar novos contornos para o corpo. Os especialistas apontam que em até seis meses, é possível conquistar corpo que começará a definir nova musculatura, por exemplo. Intercalar exercícios diferentes, manter caminhadas, entre outros cuidados devem fazer parte dessa rotina mais saudável.
A barriga “sarada” pode também ser conquistada com abdominais e outros exercícios que, ordenados, propiciam melhor musculatura, diminuição da gordura local. Mas vale lembrar também que, se a pressa persistir, há tecnologias de ponta à favor de colocar abaixo, de vez, a gordura localizada. Mas a melhor medida para quem está querendo adotar novos hábitos é conversar com um médico, de confiança, fazer uma avaliação, conhecer mais sobre você e sobre o que é possível fazer. Sobretudo, persistência e tempo para chegar à forma desejada.

Link da Fonte   :  drosmar

Os riscos da pressa em emagrecer


Sabe aquelas pessoas que vivem descobrindo o melhor jeito de desinflar os pneus em tempo recorde? Elas muitas vezes emagrecem, mas logo recuperam o peso — ou ganham até mais do que tinham no começo. Dos males, esse é, de longe, o menor. A maioria desses métodos milagrosos põe em risco a saúde do seu inocente e crédulo adepto.
“A primeira coisa que devemos levar em conta no processo de emagrecimento é a velocidade com que o nosso organismo queima gordura”, diz Rodrigo Ferraz, pesquisador da Escola de Educação Física e Esportes da Universidade de São Paulo e especialista em treinamento esportivo. “Eliminar mais de um quilo por semana, na maioria das vezes, significa que estamos perdendo muito mais do que gordura”, explica Ferraz.
“Quando não há tempo suficiente para se adaptar às mudanças, o corpo reage de forma negativa. E é assim que aparecem os problemas”, atesta a nutricionista Catarina Stocco, que é especialista em nutrição clínica funcional em Curitiba, no Paraná. Segundo ela, a perda acelerada de peso pode comprometer o fígado, causar anemia, mal-estar e fraqueza e até pedras na vesícula. Veja a seguir os principais erros cometidos por aí no afã de afinar a cintura:
Pular refeições e comer o mínimo possível
Aquele velho conselho de fechar a boca para emagrecer ficou pra lá de caduco. “Sem alimento, o corpo entende que o indivíduo está passando por um momento de necessidade e diminui o dispêndio de energia, armazenando mais gordura para usar quando requisitado”, afirma Paula Crook, nutricionista da PB Consultoria, em São Paulo. “Precisamos nos alimentar a cada 3 horas para que os níveis de glicose no sangue fiquem sempre equilibrados e o metabolismo ativo”, completa Paula. Além disso, ficar muito tempo sem comer pode provocar tontura, dor de cabeça e falta de concentração, entre outros inconvenientes provocados pela hipoglicemia, a queda das taxas de açúcar na circulação.

Dietas muito restritivas

Elas geralmente eliminam um ou mais nutrientes do cardápio e isso, claro, não é saudável. O correto é balancear a alimentação com carboidratos, proteínas e gorduras, escolhendo as melhores opções, nas quantidades adequadas. “A restrição faz o corpo entrar em desequilíbrio, dificultando a perda de gordura”, diz Paula. Um dos maiores problemas que essas privações podem causar é a deficiência de minerais importantes como cálcio, ferro, magnésio e fósforo. Sem contar as vitaminas. Esses micronutrientes são fundamentais nas reações do metabolismo, inclusive na queima dos estoques gordurosos. “Além disso, que quem adota esses métodos radicais dificilmente consegue segui-los por muito tempo e acaba se deparando com o famoso efeito sanfona”, diz Catarina Stocco.

Vômitos e uso de laxantes ou diuréticos

Estudos mostram que o vômito não faz a pessoa eliminar os quilos extras e não impede a absorção do que se ingeriu. “Ocorre apenas eliminação de água, o que ainda pode levar à desidratação”, explica Paula Crook. O mesmo acontece com as pessoas quem lançam mão de laxantes e diuréticos para afinar a cintura. “Há perda de líquido e sais minerais, importantíssimos para o bom funcionamento do organismo”, afirma Catarina. “Esses remédios podem provocar desidratação, redução dos níveis de potássio, cálcio e magnésio no sangue. O indivíduo pode apresentar arritmias cardíacas, fraqueza muscular e até ter uma parada cardíaca”, conclui Paula.
Excesso de exercícios
“Praticar todos os dias o mesmo esporte gera fadiga osteomuscular e facilita o aparecimento de lesões”, diz Rodrigo Ferraz. A falta de intervalo entre um treino e outro também é prejudicial. O processo anabólico – ganho de massa muscular, fortalecimento ósseo e perda de gordura – ocorre quando estamos descansando. Se não respeitarmos esse tempo, entramos em um processo inverso, que é conhecido como catabolismo. Nesse caso, perdemos massa muscular de maneira generalizada, inclusive cardíaca, e aumentamos o estímulo para o depósito de gorduras. De acordo com Ferraz, pode-se praticar atividade física vários dias seguidos, sim, desde que as modalidades e a intensidade sejam variadas. Por exemplo: segunda, musculação; terça, corrida mais longa; quarta, natação; quinta, musculação; sexta, corrida mais rápida com um tempo de duração mais curto; e sábado: natação. Domingo é descanso.
Medicamentos
Cuidado! Remédios para emagrecer só podem ser consumidos após avaliação médica e com prescrição. Muitos deles provocam sérios efeitos colaterais, como boca seca, insônia, taquicardia, ansiedade, constipação, suor excessivo, aumento da pressão arterial e esteatorreia (fezes com gordura). É muito importante pesar a relação custo-benefício se esse for o recurso a ser usado na perda de peso.
Atividade física em jejum
Malhar com o estômago vazio pensando em ter menos o que queimar é uma grande furada. Nenhuma máquina funciona sem combustível. E o do nosso corpo está nos alimentos. Sem eles, o organismo se defende reduzindo o tecido que gasta energia – leia-se músculo – e preservando as reservas, ou seja, gordura. Portanto, diferentemente do que muitos imaginam, o jejum engorda.
Ingestão de álcool
“A drunkorexia existe e está cada vez mais presente, principalmente entre as mulheres, que trocam refeições por bebidas alcoólicas”, diz Paula Crook. Essa estratégia é perigosíssima, uma vez que diminui a oferta de substâncias essenciais para o bom funcionamento do organismo. O álcool fornece calorias (7 kcal/g), mas nenhum nutriente. São as chamadas calorias vazias. “Isso acarreta problemas gastrintestinais e até imunológicos, e deixa a pessoa mais vulnerável a doenças como pneumonia, tuberculose e até câncer”, completa a nutricionista.

Fonte: Portal Emagrece Brasil

Porque não deve ter pressa para emagrecer?

Quando você quer apressar muito o processo de emagrecimento, acaba entrando em dietas altamente restritivas. Então a dieta se torna um fracasso, e se você perdeu peso, vai ganhar novamente, porque ninguém consegue suportar uma dieta assim por muito tempo.

Além disso, você compromete a sua saúde, pois o corpo é feito de equilíbrio e as dietas devem ser balanceadas. O seu corpo precisa permanecer no peso ideal por algum tempo para que não corra o risco de voltar a engordar. Existe um fator chave chamado memória celular: depois que você já pesou certo peso, aquelas células de gordura que foram criadas não somem, elas desincham e ficam “dormentes”. Quanto mais tempo você ficar no seu peso ideal depois de emagrecer, melhor. As chances de voltar a engordar vão ficando menores com o tempo.
É por isso que é mais fácil para você atingir um peso que já pesou alguma vez na vida, e por isso que é tão difícil para algumas pessoas magras ganhar peso, pois elas precisam atingir um patamar nunca alcançado.

Se você estiver perdendo mais do que 1 a 2 kg por semana provavelmente estará perdendo massa muscular além da gordura.

“Seja paciente se você quer perder peso e permanecer no seu peso ideal depois que emagrecer. O que são alguns meses em comparação a uma vida inteira? Não coloque tudo a perder. A ansiedade só nos faz mal.”

IMPORTANTE: O jejum parece ser o meio mais rápido de perder gordura. Mas, para cada 500 gramas que você perde 60% é musculo e apenas 40% é gordura. Isso não é aceitável, afinal você não quer se tornar uma “falsa magra”, com pouca massa corporal e muita gordura, não é mesmo!?

Fonte da Matéria : http://dietadosfamosos.com/

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A Perda de Peso é contagiosa?



De acordo com um estudo recente, companheiros de equipe que participavam de uma competição de perda de peso influenciaram-se mutuamente de maneira significativa na perda de peso, sugerindo que a redução de quilogramas pode ter um efeito cascata.
A Perda de peso é contagiosa?

De acordo com um estudo recente, companheiros de equipe que participavam de uma competição de perda de peso influenciaram-se mutuamente de maneira significativa na perda de peso, sugerindo que a redução de quilogramas pode ter um efeito cascata.

Pesquisadores da Universidade de Brown descobriram que os membros da equipe não só alcançaram um resultado parecido na perda de peso, como também os participantes que disseram que seus companheiros de equipe desempenharam um grande papel na perda do peso realmente diminuíram mais de peso.

“Sabemos que a obesidade pode ser socialmente contagiosa, mas agora também sabemos que as redes sociais desempenham um papel importante na perda de peso, bem como, particularmente, baseados em equipes de competições de perda de peso”, disse a autora da pesquisa, Tricia Leahey. Segundo ela, o estudo revela que a perda de peso está claramente agrupada em equipes, o que sugere que colegas se influenciaram mutuamente, talvez por se sentirem responsáveis, por elaborarem expectativas de perda de peso e também pelo estímulo e apoio.

A obesidade continua a ser uma doença comum, grave e cara nos Estados Unidos. De acordo com o Centro de Controle de Doenças e Prevenção americano, cerca de 1/3 dos adultos norte-americanos são obesos, e nenhum Estado alcançou o objetivo de reduzir em 15% a obesidade da população. A obesidade e os problemas de saúde relacionados, incluindo doenças cardíacas e diabetes, continuam a ter um impacto econômico significativo no sistema de saúde dos EUA, custando ao país centenas de bilhões de dólares por ano.

Para promover os custos-benefícios atingidos com iniciativas de perda de peso, equipes de intervenções de perda de peso estão atuando nas redes sociais com o objetivo de aumentar a popularidade do programa e também como uma maneira de incentivar a perda de peso em grandes grupos de pessoas. O presente estudo é o primeiro a examinar os efeitos entre colegas e a influência social sobre a perda de peso individual durante uma dessas competições de perda de peso.

Durante 12 semanas, uma competição online de perda de peso foi realizada. Os participantes aderiam a uma equipe e podiam competir com outras equipes em três categorias: perda de peso, atividade física e contagem de passos. A competição de perda de peso reuniu 3.330 indivíduos com sobrepeso ou obesos (IMC de 31,2 ou mais), representando 987 equipes com uma média de 5 a 11 membros em cada. A maioria destes indivíduos estava matriculada nas três categorias.

Os resultados de perda de peso foram claramente determinados pela equipe a qual o indivíduo estava ligado. Os participantes que perderam quantidades clinicamente significativas de peso (pelo menos 5% do seu peso corporal inicial) tendem a ser das mesmas equipes, e estar em uma equipe com mais colegas nas categorias de perda de peso também foi associada com uma maior perda de peso. Os indivíduos que relataram níveis mais elevados da influência social do companheiro aumentaram suas chances de conseguir uma perda de peso clinicamente significativa em 20%. Este efeito foi mais forte do que qualquer outra característica da equipe.

Leahey conta que este é o primeiro estudo a mostrar que, nestas campanhas em equipes, quem está em sua equipe realmente importa. Para ela, o fato de estar rodeado por outros com objetivos de saúde semelhantes aos seus, todos trabalhando para conseguir a mesma coisa, pode ter realmente ajudado as pessoas nos seus esforços para perder peso.

No entanto, Leahey observou que características individuais também estavam associadas com os resultados de peso. Os indivíduos obesos apresentaram maior porcentagem de perda de peso do que os participantes com sobrepeso. Os líderes das equipes também perderam mais peso do que os demais membros, possivelmente devido a sua maior motivação e engajamento na campanha. Leahey diz que as futuras competições de perda de peso em equipe podem passar a exigir o compartilhamento do papel de liderança entre os membros.

“Somos todos influenciados pelas pessoas ao nosso redor, por isso, se podemos aproveitar essa pressão positiva e essas influências sociais positivas, podemos criar um ambiente social que incentive a perda de peso”, diz ela.

[ScienceDaily]

Fonte: Portal de Educação Física

sábado, 5 de janeiro de 2013

Grupos de ajuda para quem necessita

Olá, Meninas .

Estou atendendo um pedido de ajuda de amigas do blog , algumas  amigas queriam participar de algum lugar em que pudessem obter auxílio e não sabia onde encontrar  auxílio. 

Comedores Compulsivos Anônimos (CCA) é uma irmandade de pessoas que, por intermédio de experiências, forças e esperanças compartilhadas, estão se recuperando do comer compulsivo. 

O que é um comedor compulsivo?
Pessoas que ingerem uma grande quantidade de alimentos em um curto espaço de tempo, mas se diferenciam dos bulímicos porque não usam métodos para eliminar o que foi ingerido. "Os comedores compulsivos" são pessoas ansiosas, que comem até a exaustão e nunca estão satisfeitos. 



Tratamento
O grupo de apoio utiliza-se do método de reuniões anônimas em vários lugares do Brasil em espaço físico ou online. Há uma irmandade de oração, apadrinhamento e orientação profissional e pessoal. Esse trabalho é gratuíto e já auxiliou centenas de pessoas em todo o Brasil.

Eles se utilizam de exercícios que contam com "Os 12 passos e Tradições dos Comedores Compulsivos".

"A permissão para usar os Doze Passos de Alcoólicos Anônimos para adaptação foi concedida por A.A. World Services, Inc."  

Complicações Médicas:
As pessoas que apresentam esse distúrbio são propensas a vários problemas médicos associados à obesidade, como o aumento do colesterol, hipertensão arterial e diabetes.

Onde buscar ajuda:

Site do Comedores Compulsivos Anônimos - http://www.comedorescompulsivos.org.br/cca.htm;

Ambulim (Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas da USP)
Endereço eletrônico: http://www.ambulim.org.br/

Grupo de apoio a pacientes com transtornos alimentares da Universidade do Grande ABC
Informações: (11) 4458-2578

Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente
Informações: (11) 5576-4360 ou (11) 5579-7387

Proata (Programa de orientação e assistência aos pacientes com transtornos alimentares)
Informações: (11) 5579.1543
Endereço eletrônico: proata@psiquiatria.epm.br

Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional)
Informações: (11) 5579-1561
Endereço eletrônico: www.citen.com.br

Espero ter ajudado.